
Categoria debateu a conjuntura política nacional, os direitos dos trabalhadores e a importância da mobilização social diante dos desafios para o futuro do país. Paralisação será realizada na sexta-feira, 16 de outubro
Em Assembleia Geral realizada nesta terça-feira, 13 de outubro, o SINTUFEJUF reuniu os Técnico-Administrativos em Educação (TAEs) para debater a conjuntura política nacional, os desafios colocados pelo segundo turno das eleições presidenciais e a importância da mobilização da classe trabalhadora em defesa da democracia, da soberania nacional, das universidades públicas e dos direitos sociais. Entre os encaminhamentos, a categoria aprovou a realização de uma paralisação de 24 horas na próxima sexta-feira, 16 de outubro, como parte de uma jornada de luta em defesa da nação brasileira e dos serviços públicos.
O debate foi marcado pela preocupação com os rumos do país e com os riscos de retrocessos nas políticas públicas, nos direitos trabalhistas e nas garantias democráticas. As intervenções ressaltaram que a defesa da educação pública, da saúde, da previdência social e da valorização dos servidores está diretamente relacionada à preservação de um projeto de país comprometido com a justiça social, a redução das desigualdades e o fortalecimento das instituições democráticas.
Durante a assembleia, foi destacado que o atual momento político exige reflexão e participação ativa da sociedade. Para os participantes, a democracia não se limita ao exercício do voto, mas pressupõe a organização popular, o respeito às instituições, o combate à desinformação e a defesa permanente dos direitos conquistados pela população brasileira.
A plenária também ressaltou a importância da soberania nacional, da proteção do patrimônio público e da manutenção de políticas que assegurem oportunidades, dignidade e melhores condições de vida à classe trabalhadora.
Um dos pontos centrais da discussão foi a necessidade de preservar e ampliar as conquistas alcançadas pelos Técnico-Administrativos em Educação nos últimos anos, especialmente a partir da retomada das negociações com o Governo Federal.
Durante a assembleia, foram apresentados avanços obtidos pela categoria desde 2023, como os reajustes remuneratórios, a reestruturação do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação (PCCTAE), a ampliação dos benefícios e a implementação do Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC).
Entre os resultados destacados estão o reajuste salarial de 9% em 2023, os avanços remuneratórios previstos na reestruturação da carreira, a elevação dos percentuais de progressão e a redução do interstício para progressão por mérito profissional de 18 para 12 meses.
Também foram lembrados os reajustes do auxílio-alimentação, que passou de R$ 458 para R$ 1.192 ao longo do período, além das melhorias no auxílio pré-escolar e na assistência à saúde suplementar.
A implementação do RSC foi apontada como uma conquista histórica, resultado de anos de mobilização sindical e das negociações realizadas com o Governo Federal.
Os participantes destacaram que esses avanços demonstram a importância do diálogo institucional e da organização coletiva, especialmente após um período marcado por congelamento salarial, restrições orçamentárias e dificuldades de negociação enfrentadas pelos servidores públicos federais.
Nesse contexto, a assembleia ressaltou a necessidade de defender políticas de valorização do funcionalismo, investimentos nas universidades e institutos federais, realização de concursos públicos e fortalecimento das carreiras, em contraposição às propostas de precarização das relações de trabalho e de enfraquecimento do Estado.
As manifestações durante a plenária também abordaram as consequências sociais e institucionais de políticas que enfraquecem os serviços públicos e ampliam as desigualdades.
Foram lembrados os impactos da pandemia de Covid-19, as dificuldades enfrentadas pela população brasileira e a importância do Sistema Único de Saúde (SUS), das universidades públicas e das políticas de proteção social.
A defesa da democracia foi apresentada como uma responsabilidade histórica do movimento sindical, especialmente diante de discursos autoritários, ataques às instituições e iniciativas que ameaçam direitos assegurados pela Constituição Federal.
Os participantes ressaltaram que a soberania nacional também está relacionada à capacidade do país de formular suas próprias políticas de desenvolvimento, proteger seus recursos estratégicos, investir em ciência e tecnologia e garantir condições dignas de vida à população.
A assembleia reafirmou, nesse sentido, a importância de um projeto nacional que priorize o combate à fome, a geração de empregos, a valorização do salário mínimo, a educação pública e gratuita, a saúde universal, a proteção ambiental e o respeito à diversidade.
Também foi enfatizado que a defesa dessas políticas não significa abrir mão da autonomia sindical ou da capacidade de reivindicação da categoria. Pelo contrário, a organização dos trabalhadores permanece fundamental para cobrar o cumprimento dos acordos, ampliar conquistas e assegurar que os compromissos assumidos pelo poder público sejam efetivamente realizados.
Categoria debateu a conjuntura política nacional, os direitos dos trabalhadores e a importância da mobilização social diante dos desafios para o futuro do país. Paralisação será realizada na sexta-feira, 16 de outubro
Em Assembleia Geral realizada nesta terça-feira, 13 de outubro, o SINTUFEJUF reuniu os Técnico-Administrativos em Educação (TAEs) para debater a conjuntura política nacional, os desafios colocados pelo segundo turno das eleições presidenciais e a importância da mobilização da classe trabalhadora em defesa da democracia, da soberania nacional, das universidades públicas e dos direitos sociais. Entre os encaminhamentos, a categoria aprovou a realização de uma paralisação de 24 horas na próxima sexta-feira, 16 de outubro, como parte de uma jornada de luta em defesa da nação brasileira e dos serviços públicos.
O debate foi marcado pela preocupação com os rumos do país e com os riscos de retrocessos nas políticas públicas, nos direitos trabalhistas e nas garantias democráticas. As intervenções ressaltaram que a defesa da educação pública, da saúde, da previdência social e da valorização dos servidores está diretamente relacionada à preservação de um projeto de país comprometido com a justiça social, a redução das desigualdades e o fortalecimento das instituições democráticas.
Durante a assembleia, foi destacado que o atual momento político exige reflexão e participação ativa da sociedade. Para os participantes, a democracia não se limita ao exercício do voto, mas pressupõe a organização popular, o respeito às instituições, o combate à desinformação e a defesa permanente dos direitos conquistados pela população brasileira.
A plenária também ressaltou a importância da soberania nacional, da proteção do patrimônio público e da manutenção de políticas que assegurem oportunidades, dignidade e melhores condições de vida à classe trabalhadora.
Um dos pontos centrais da discussão foi a necessidade de preservar e ampliar as conquistas alcançadas pelos Técnico-Administrativos em Educação nos últimos anos, especialmente a partir da retomada das negociações com o Governo Federal.
Durante a assembleia, foram apresentados avanços obtidos pela categoria desde 2023, como os reajustes remuneratórios, a reestruturação do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação (PCCTAE), a ampliação dos benefícios e a implementação do Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC).
Entre os resultados destacados estão o reajuste salarial de 9% em 2023, os avanços remuneratórios previstos na reestruturação da carreira, a elevação dos percentuais de progressão e a redução do interstício para progressão por mérito profissional de 18 para 12 meses.
Também foram lembrados os reajustes do auxílio-alimentação, que passou de R$ 458 para R$ 1.192 ao longo do período, além das melhorias no auxílio pré-escolar e na assistência à saúde suplementar.
A implementação do RSC foi apontada como uma conquista histórica, resultado de anos de mobilização sindical e das negociações realizadas com o Governo Federal.
Os participantes destacaram que esses avanços demonstram a importância do diálogo institucional e da organização coletiva, especialmente após um período marcado por congelamento salarial, restrições orçamentárias e dificuldades de negociação enfrentadas pelos servidores públicos federais.
Nesse contexto, a assembleia ressaltou a necessidade de defender políticas de valorização do funcionalismo, investimentos nas universidades e institutos federais, realização de concursos públicos e fortalecimento das carreiras, em contraposição às propostas de precarização das relações de trabalho e de enfraquecimento do Estado.
As manifestações durante a plenária também abordaram as consequências sociais e institucionais de políticas que enfraquecem os serviços públicos e ampliam as desigualdades.
Foram lembrados os impactos da pandemia de Covid-19, as dificuldades enfrentadas pela população brasileira e a importância do Sistema Único de Saúde (SUS), das universidades públicas e das políticas de proteção social.
A defesa da democracia foi apresentada como uma responsabilidade histórica do movimento sindical, especialmente diante de discursos autoritários, ataques às instituições e iniciativas que ameaçam direitos assegurados pela Constituição Federal.
Os participantes ressaltaram que a soberania nacional também está relacionada à capacidade do país de formular suas próprias políticas de desenvolvimento, proteger seus recursos estratégicos, investir em ciência e tecnologia e garantir condições dignas de vida à população.
A assembleia reafirmou, nesse sentido, a importância de um projeto nacional que priorize o combate à fome, a geração de empregos, a valorização do salário mínimo, a educação pública e gratuita, a saúde universal, a proteção ambiental e o respeito à diversidade.
Também foi enfatizado que a defesa dessas políticas não significa abrir mão da autonomia sindical ou da capacidade de reivindicação da categoria. Pelo contrário, a organização dos trabalhadores permanece fundamental para cobrar o cumprimento dos acordos, ampliar conquistas e assegurar que os compromissos assumidos pelo poder público sejam efetivamente realizados.
Outro ponto importante da assembleia foi a discussão sobre o papel da comunicação sindical na mobilização da categoria, na divulgação das conquistas dos trabalhadores e no enfrentamento à desinformação, especialmente diante da atual conjuntura política nacional.
Durante a plenária, a assessoria de comunicação do SINTUFEJUF apresentou as orientações definidas em reunião com a FASUBRA Sindical, que propõem uma atuação articulada entre a Federação e suas entidades de base, com o objetivo de ampliar o alcance das informações e fortalecer o diálogo com a sociedade.
Entre as estratégias apresentadas está a realização de publicações em colaboração (collab) com o perfil oficial da FASUBRA nas redes sociais, promovendo maior integração entre as entidades sindicais e ampliando a circulação dos conteúdos.
Também foi apresentada a orientação de realizar duas publicações diárias: uma no período da manhã, abordando questões mais abrangentes da conjuntura nacional, com destaque para a democracia, a soberania brasileira, as políticas públicas e os direitos sociais; e outra no período da tarde, direcionada especificamente aos Técnico-Administrativos em Educação (TAEs), destacando as conquistas da categoria, os avanços na carreira, a valorização salarial e os desafios ainda existentes. A ideia é seguir os comandos de um canal de mobilização nacional no whatsapp, além de compartilhar todo o material em drive criado pela Fasubra.
A proposta busca relacionar os debates nacionais à realidade dos trabalhadores das universidades e institutos federais, demonstrando a importância das decisões políticas para a manutenção e a ampliação dos direitos da categoria.
A assembleia também destacou a necessidade de intensificar o combate às notícias falsas, priorizando a divulgação de informações verificadas, o esclarecimento da população e o diálogo respeitoso nas redes sociais e nos espaços de convivência.
Durante a discussão, foram reforçados os cuidados jurídicos relacionados à atuação das entidades sindicais no período eleitoral, especialmente quanto à utilização de recursos institucionais, à produção de materiais de propaganda eleitoral e ao impulsionamento pago de conteúdos.
As orientações da FASUBRA referentes à estratégia de comunicação foram aprovadas por unanimidade pela assembleia, reafirmando o compromisso do SINTUFEJUF com uma comunicação articulada, informativa e voltada à defesa dos direitos dos trabalhadores, da democracia e dos serviços públicos.
Como principal encaminhamento, a assembleia aprovou, com uma abstenção, a realização de uma paralisação de 24 horas na sexta-feira, 16 de outubro, em defesa da democracia, da soberania nacional, da educação pública e dos direitos da classe trabalhadora.
A mobilização busca chamar a atenção para a importância dos serviços públicos na construção de um país mais justo, democrático e socialmente inclusivo.
A categoria também discutiu a realização de atividades de diálogo com a população e a distribuição de materiais informativos sobre a importância das universidades públicas, da saúde, da educação e da valorização dos servidores.
Entre as atividades previstas para sexta-feira está uma concentração na Praça Clodesmidt Riani, em Juiz de Fora, a partir das 10 horas, dentro da programação de mobilizações populares na cidade.
O SINTUFEJUF deverá comunicar formalmente à Administração Superior da UFJF a deliberação sobre a paralisação. Os servidores também foram orientados sobre os procedimentos administrativos relacionados ao registro da participação na atividade sindical.
Ao final da assembleia, foi realizado um minuto de silêncio em memória do companheiro Nilson Fontes de Oliveira, falecido no último sábado. Em seguida, a categoria comunicou a paralisação à reitoria da UFJF.
